NOSSA HISTÓRIA

INICIALMENTE, Anajatuba foi uma aldeia de índios. Durante o período colonial, os silvícolas foram-se afastando em razão das perseguições movidas pelos colonos, que se fixaram na região, a procura de lugares apropriados a criação do gado.

Em 1854, Anajatuba foi elevado a categoria de Vila e Sede do Município, desmembrado do de Itapecuru-Mirim. Suprimido no ano de 1933, seu território foi anexado ao do município de Rosário, até 1935, quando se restabeleceu a autonomia.

Há controvérsias quanto à origem do topônimo. Alguns afirmam ser formado das palavras brasílicas, anajá = espécie de palmeira e tuba = freqüência, abundância e significar anajazal - lugar abundante de anajás. Para outros, provém dos vocábulos da língua tupi, anajá ou inajá, significando árvore de inajá.

Os naturais ou habitantes do Município são chamados anajatubenses.

Gentílico: anajatubense

Formação Administrativa

Elevado à categoria de município e distrito com a denominação de Anajatuba, pela lei provincial nº 359, de 22-07-1854, desmembrado do município de Itapecuru Mirim. Sede na Vila de Anajatuba.

Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o município é constituído do distrito sede. Pelo decreto nº 539, de 16-12-1933, o município é extinto, sendo seu território anexado ao município de Rosário. Em divisão administrativa referente ao ano de 1933, o Anajatuba figura com o distrito do município de Rosário.

Elevado novamente à categoria de município com a denominação de Anajatuba, pelo decreto nº 870, de 05-07-1935, Anajatuba, pelo decreto nº 870, de 05-07-1935, desmembrado de Rosário. Constituído do distrito sede.

Em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937, o município é constituído do distrito sede. Pela lei estadual nº 269, de 31-12-1948, é criado o distrito de Porto das Cabarras e anexado ao município de Anajatuba. Em divisão territorial datada 1-VII-1960, o município é constituído de 2 distritos: Anajatuba e Porto das Cabarras. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2005.

Fonte:IBGE




HINO DA CIDADE

HINO MUNICIPAL

Sê bendita, querida cidade
Na humildade da Paz Secular,
Cujos anos queremos louvar
Conclamando teu povo Altaneiro

Que o passado em florões de saudade
Com amor te conserva e vigia
Sê bendito, Torrão brasileiro
Bela vila de Santa Maria.

(Refrão)
Salve! Salve! Anajatuba
E teu povo varonil
Nos teus campos verdejantes
Brilham as cores do Brasil

Na beleza do campo infinito
No aboio viril do vaqueiro
Tradições do povão brasileiro
Tu conservas, torrão muito amado

Pela cruz o teu povo Bendito
Quando a sombra de ermida nascida
Fez crescer a riqueza do gado
Nesses Campos de Santa Maria

A poesia que os índios cantavam
No jardim de tua noite estrelada
Fez de ti rara jóia encravada
Na Esmeralda dos campos floridos

E onde outrora os Tupis te habitavam
O teu nome, por certo, Luzia
Por teus anos, tão longos vividos
Sob as bênçãos de Santa Maria

Desabrocham mil flores das ervas
Abre as palmas o belo anajá,
E o futuro, por certo dirá
No vigor de teus jovens agora

Que o passado fiel te conservas
Para a nossa grandeza e alegria
Pois louvamos, também, com outrora
O teu nome de Santa Maria

 


LEI DE CRIAÇÃO

MUNICÍPIO DE ANAJATUBA

Lei n° 269 de 31 de Dezembro de 1948. Cria o Município de ANAJATUBA do Maranhão e dá outras providências.

LIMITES MUNICIPAIS

1 – Com o Município de VIANA:
Começa na foz do Igarapé Novo, à margem direita do Rio Mearim; segue pelo veio deste rio, à jusante, até a foz do Igarapé Pirapendiba, à sua margem esquerda.

2 – Com o Município de SÃO VICENTE FERRER:
Começa na foz do Igarapé Pirapendiba, à margem esquerda do Rio Mearim; segue pelo meio deste Rio à jusante, até a bifurcação do braço, que passa a oeste da Ilha dos Carangueijos, e banha a mesma Ilha pelo Oriente.

3 – Com o Município de CAJAPIÓ:

Começa no ponto de bifurcação dos braços oriental e ocidental do Rio Mearim; desse ponto segue pela linha do meio do braço oriental, até defrontar a foz do Igarapé Fundo.

4 - Com o Município de ROSÁRIO:

Começa no meio do braço oriental do Rio Mearim, defronte à foz do Igarapé Fundo; à margem direita do referido rio; segue à mencionada barra e daí por um alinhamento reto ao centro da Ilha Banguela, e daí por outra reta em direção de Suleste, até alcançar o divisor Mearim-Itapecuru; segue por este divisor até alcançar o lugar do marco, onde atravessa a linha geodésica Oeste-Leste que parte da foz do Rio Pindaré.

5 – Com o Município de ITAPECURU-MIRIM:

Começa no divisor de águas Mearim-Itapecuru, onde atravessa a linha geodésica Oeste-Leste que vem da foz do Rio Pindaré segue por esse divisor até onde cruza o alinhamento entre o ponto que fica um quilometro ao Sul da Capela de Araras e o cruzamento da rodovia São Luis-Peritoró com a estrada de Itapecuru-Mirim ao Povoado Miranda.

6 – Com o Município de ARARI:

Começa no lugar do marco, onde o divisor de águas Mearim-Itapecuru atravessa o alinhamento reto entre o ponto que fica um quilometro ao Sul da capela do Povoado de Araras e o cruzamento da rodovia São Luis-Peritoró com a estrada de Itapecuru-Mirim ao Povoado de Miranda; segue pelo referido alinhamento até o lugar do ,marco, um quilometro ao Sul da capela do Povoado Araras; por outro alinhamento reto continua Poção-Marco, onde fica o canto de demarcação das antigas terras de Nossa Senhora das Mercês; e por outro alinhamento segue à foz do Igarapé Novo à margem direita do Rio Mearim.

DIVISAS INTERDITRITAIS

1 – Entre os distritos de ANAJATUBA e PORTO DAS GABARRAS:
Começa na foz do Igarapé Sipaú, à margem direita do Rio Mearim; segue pelo veio desse Igarapé, à montante, até sua cabeceira e daí por um alinhamento reto, com a direção suleste, até o limite com o Município de Rosário.
 

 

Este texto não substitui o original publicado em imprensa oficial.



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